8 de Outubro

Desamarrar o nó que me estrangula 

Reflexão do Dia

A determinação – os dentes cerrados/mandíbula cerrada estreita que refletem a convicção de que podemos fazer praticamente tudo – é talvez o maior obstáculo para alcançarmos a serenidade. As nossas velhas vozes dizem-nos: "Podemos fazer o que é difícil imediatamente; o impossível vai demorar um pouco mais". Assim, comprimíamos os nossos corpos e preparávamo-nos para a batalha, mesmo sabendo, por grande experiência, que a nossa vontade nos levaria antecipadamente ao fracasso. Somos repetidamente informados no Programa de Jogadores Anónimos que devemos "Deixar as coisas acontecerem e deixar o nosso Poder Superior agir por nós". Eventualmente, encontramos serenidade quando colocamos de lado a nossa própria vontade, enquanto aceitamos a vontade que o nosso Poder Superior tem para nós.

Estou a aprender a relaxar da pressão do meu pulso determinado? Estarei a permitir que as soluções se revelem por si próprias?

Hoje eu peço:

Que eu relaxe os meus dentes cerrados de raiva, os meus punhos ou a minha tensão global – indícios externos da síndrome de "eu faço tudo sozinho" que já me causou tantos problemas. Que eu saiba, por experiência própria, que essa atitude – "tem um pulso forte comigo mesmo e também com todos os outros" – é acompanhada de impaciência e seguida de frustração. Que eu encontre a minha própria vontade em fusão com a vontade maior do meu Poder Superior.

Hoje vou lembrar-me:

Desamarrar o nó que me estrangula.