16 de Agosto

Dar a mim mesmo, se não uma nota "A", pelo menos um "B-" pelo meu esforço 

Reflexão do Dia

Um inventário não tem de ser sempre escrito com caneta vermelha. É raro haver um dia em que não tenhamos feito alguma coisa boa. Conforme vou revelando e enfrentando os meus fracassos, também muitas das minhas qualidades me serão reveladas, lembrando-me que são tão reais como os meus erros. Mesmo quando nos esforçamos muito e no fim falhamos, podemos, por exemplo, registar esse esforço como um dos melhores créditos a nosso favor. Tentarei dar valor às minhas boas qualidades, porque não só elas se sobrepõem aos meus erros, como também criam uma base para o meu crescimento. Tanto nos enganamos a nós próprios descartando o que temos de bom como justificando o que temos de mau.

Consigo ficar confortável com as minhas qualidades positivas, aceitando-me a mim próprio como a um amigo?

Hoje eu peço:

Se só encontrar defeitos quando me examino no espelho do Quarto Passo, que eu tenha a certeza de que que é porque alguma coisa me está a escapar — concretamente, os meus aspetos positivos. Embora a minha super modéstia possa ser apreciada socialmente, é melhor aprender que isso é tão desonesto como querer racionalizar para diminuir os meus defeitos. Mesmo um fracasso em toda a linha, quando é bem analisado, pode revelar uma vantagem no meio de todos os prejuízos evidentes.

Hoje vou lembrar-me:

Dar a mim mesmo, se não uma nota "A", pelo menos um "B-" pelo meu esforço.