14 de Janeiro

Primeiro a rendição, depois a serenidade 

 Reflexão do Dia

Admiti que, sozinho, nunca seria capaz de vencer a luta contra o jogo. E então, finalmente, comecei a aceitar o facto, criticamente importante, de que a dependência de um Poder Superior me podia ajudar a alcançar o que sempre me tinha parecido impossível. Parei de correr. Parei de lutar. Pela primeira vez, comecei por aceitar. E pela primeira vez, comecei a ser realmente livre.

Tenho a noção clara de que, se estiver a fugir, tanto faz que tipo de sapatos é que estou a usar?

Hoje eu peço:

Que eu possa conhecer a liberdade que surge quando eu me rendo a um Poder Superior

— a mais importante forma de rendição, que não significa "ceder", nem significa "desistir", mas sim entregar a minha vontade à vontade de Deus. Que eu possa parar de me esconder, de me esquivar, de correr de um lado para o outro, como alguém exausto de fugir da ordem espiritual. Que eu encontre paz na rendição, na consciência de que Deus quer que eu seja um ser inteiro e saudável e que ele se encarregará de me mostrar o caminho para lá.

Hoje, vou lembrar-me:

Primeiro a rendição, depois a serenidade.