15 de Fevereiro

 A raiva existe, a fúria não precisa de existir

Reflexão do Dia

Quando fico com raiva, consigo admiti-la e aceitá-la como um facto sem, no entanto, permitir que ela cresça e se imponha de repente de forma imprópria? Hoje, finalmente, começo a ver que a raiva acumulada acaba rapidamente com a paz de espírito, que é tão fundamental à minha recuperação em curso. Quando fico furioso, perco o controlo, transfiro, sem refletir, esse controlo para as outras pessoas, lugares ou coisas que me deixam nervoso.

Quando estiver com raiva, tentarei lembrar-me que estou a expor-me ao perigo? Contarei até dez, ligando para algum companheiro dos Jogadores Anónimos ou rezando em voz alta a Oração da Serenidade?

Hoje eu peço:

Que eu reconheça os sentimentos de raiva e os elimine pouco a pouco, aceitando os mesmos como um facto, ao invés de permitir que se transformem em fúria e se manifestem descontroladamente.

Hoje, vou lembrar-me:

A raiva existe, a fúria não precisa de existir.